São Paulo volta a ser palco do tênis feminino com a chegada do SP Open 2026, entre 12 e 20 de setembro. Após o sucesso da estreia, o torneio ocupa o Parque Villa-Lobos com uma estrutura que une quadras, gastronomia e experiências para o público.
O retorno que a cidade pediu

Foto: Ana Lara Ventura Verona
Em 2025, São Paulo voltou a integrar o calendário mundial do tênis feminino depois de anos sem sediar um torneio WTA. A estreia reuniu cerca de 30 mil pessoas em nove dias, e o Parque Villa-Lobos virou, por uma semana, uma grande arena de esporte e convivência. Agora, na segunda edição, o SP Open chega consolidado como o torneio de tênis feminino de maior nível do Brasil.
Entre as quadras de jogo, as áreas de treino e um complexo de 30 mil metros quadrados, o evento entrega muito mais do que partidas: é cidade, gastronomia e encontro, tudo dentro do mesmo espaço.
Quem joga: as estrelas em quadra
A programação traz nomes fortes do circuito internacional, como a canadense Leylah Fernandez, vice-campeã do US Open aos 19 anos e hoje no top 30 do ranking mundial, e a espanhola Paula Badosa, ex-número 2 do mundo. Do lado brasileiro, Luisa Stefani, atual 4ª do mundo em duplas e medalhista olímpica, lidera a representação nacional ao lado das jovens promessas Victoria Barros e Nauhany Silva.
Boulevard SP Open: muito além dos jogos

Boulevard SP Open / Foto: Mariana Lima/SP Open
Fora das quadras, o Boulevard é um passeio por si só: uma grande área de convivência ao ar livre, com lojas oficiais, ativações de marcas parceiras e uma curadoria gastronômica pensada para quem quer aproveitar o intervalo entre um jogo e outro.
Ace Club: a experiência VIP
Para quem busca o máximo de conforto, o Ace Club é o lounge VIP do torneio. Com 750 m² climatizados, o espaço oferece menu de alta gastronomia, bar com drinques autorais e ambientes confortáveis para descansar entre um set e outro.










