Papai Noel, canoa a vela, culinária taitiana e histórias polinésias. No The Brando, em Tetiaroa, a programação de Natal e Réveillon de 2026 troca parte dos códigos tradicionais das festas de fim de ano por experiências ligadas ao lugar onde elas acontecem: a Polinésia Francesa.
A temporada parte do conceito Matamua, associado aos tempos antigos, mas também àquilo que ainda está por vir. Na prática, a ideia aparece em uma programação que recupera costumes locais e os coloca no meio das férias em família — da cozinha às brincadeiras, da música à navegação.
Natal com sotaque polinésio

Confeção de pipas em família no The Brando
Entre o Natal e o início de janeiro, a agenda inclui oficina de Firi Firi, preparo tradicional taitiano, aulas de culinária polinésia, confecção de pipas, percussão e dança taitiana, jogos tradicionais e caça ao tesouro.
Para as crianças, há ainda aula de mocktails no Te Manu Bar e, no dia 25 de dezembro, a programação mais reconhecível desta época do ano: chegada do Papai Noel e entrega de presentes.
A diferença é que boa parte das atividades também funciona como uma introdução à cultura local. Na noite ‘Ā’ai, por exemplo, mitos, lendas e histórias polinésias entram em cena em uma experiência dedicada à tradição oral e à preservação da memória.
Assim, Tetiaroa não aparece apenas como cenário das festas. A cultura do arquipélago passa a fazer parte delas.
Do Natal para o Pacífico

Workshop de Coroa de Flores no The Brando
O oceano também entra na programação. Em datas selecionadas entre 22 de dezembro e 1º de janeiro, o resort promove passeios em canoa a vela, retomando uma forma de navegação diretamente ligada à história e à cultura polinésias.
Depois da virada, as atividades continuam até 3 de janeiro, com novas oficinas, experiências gastronômicas e sessões de cinema sob as estrelas.
No fim, a proposta do The Brando para as festas de 2026 está justamente nessa mistura: manter alguns dos rituais que todo mundo reconhece no Natal e no Réveillon, mas deixar que Tetiaroa faça o restante.
Porque atravessar o mundo para passar as festas na Polinésia Francesa e viver exatamente o mesmo Natal de casa seria, no mínimo, um desperdício.










